sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Porteiros, meu carma



Quem me conhece diz que atraio problemas com porteiros de condomínios, prédios e afins.
Não vejo assim, mas acho que estou meio sem paciência para tratar com estes profissionais. Será? Ajude-me a analisar os fatos:
Dia desses fui visitar uma amiga para a qual fazia alguns serviços no seu apartamento. Ao menos três vezes na semana lá estava eu e assim, já era ou me achava um velho conhecido. Tal foi a minha surpresa de um dia ter avisado que iria até lá com duas amigas. Quando chegamos fui abordado pelo porteiro que queria meu RG para autorizar a entrada.
Ora, se eu já era habitual do local, porque naquele dia precisava me identificar? Ah! Não mencionei que neste dia a minha entrada seria pela porta social.

Fui à casa de uma amiga para visita e aguardava no portão do prédio para entrar. “PQP”, esqueci o número do apartamento. Por coincidência ela chegava no mesmo momento, só que, pela garagem. Me deu um tchauzinho e pediu que eu fosse subindo.
Falei ao porteiro que ia no apartamento xx e ele perguntou o meu nome. Até ai tudo bem! Ton, respondi.
Esperei e então ele voltou ao interfone e perguntou: sobre o que seria? E eu disse: Não entendi? Ele novamente perguntou: Sobre o que seria? E eu: Não entendi? Qual seria o assunto? E eu já sem paciência disse a ele: não estou entendendo a sua pergunta! Ele insistiu: qual o assunto? De que empresa? Então eu disse: pareço de alguma empresa ou me identifiquei como empresa? No que: ele abriu o portão e finalmente pude adentrar ao condomínio.

Tenho um nome incomum, então, resolvi adotar um codinome. Ficou ainda mais difícil conseguir acesso. Devem achar que estou brincando!
A quem devo anunciar? Ton, respondo. Como? Ton! Ai se inicia uma tortura psicológica. Penso que: insistem para ver se eu desisto. Mas que nada!... Entro!

Freqüentava um apartamento há muitos anos e todos os dias que chegava lá, era um parto para entrar. Apartamento 102. Seu nome? Como? Não entendi! Aí já estava saturado e dava outro nome.

O mais comum possível e aí já sabiam que era eu. Entrava bufando e nem olhava para a cara do porteiro.

Por estas e outras que eu digo: “Vamos voltar a morar em casa gente”.

Ton Moreno

Um comentário:

conduarte disse...

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Eu te conheço e presenciei, ao lado da nossa outra amiga, a Fátima, que tentamos entrar no prédio de uma pessoa, para visita devidamente convidados.

O prédio chiquetérrimo e portanto, nossos nomes estavam na portaria.

Foi um angú para o porteiro entender o seu nome... Depois o o TON< e ele dizia, que TON, não era o nome que estava alí... Mas o cara nem por dedução funciona?

Imaginem, eu sou Conceição, certo?
Se eu me apresentar por "ção" e vc tiver com meu nome alí anotado num papelzinho, eu creio que não estamos tão distantes dele, certo? Foi exatamente o que aocnteceu com vc.

Mas... ainda que confirmando os nossos nomes, o mocinho simpático, ainda pediu a nossa identidade, demos o número e ele queria ela nas mãos E ISTO É PROÍBIDO!.

Queríamos que entrassemos um de cada vez, naquela cela de grade, manja? E enquanto isto, a visita no lindo prédio, tomando garôa lá fora, e correndo risco de um assalto ou coisa parecida...

Ora, pois! Só insistimos, por acreditar que o amigo que nos esperava lá em cima, merecia este crédito. Segurança, é bom, necessário, mas essa gente tem que ter umas aulas de polimento tb.

BJ

CON