Quantas vezes somos obrigados a ligar para empresas e ficamos pelo menos três minutos esperando para sermos atendidos, escutando músicas clássicas ou opções de discagem pelas quais ao final da ligação não sabemos mais em qual número estava a opção que precisávamos?
Quem faz isso é a famosa URA – Unidade de resposta audível. Bárbaro o nome, não é? Se funcionasse então, seria uma maravilha da tecnologia!
Faça um teste e ligue para algumas empresas com as quais mantém “relacionamento”. Agora a tal URA que antigamente se fazia somente por números, tem uma linda voz de mulher falando com você e quando não compreende o que foi falado, pede educadamente para que repita. “É coisa de outro mundo!” Diria a minha mãe se tivesse a compreensão de ligar para um destes lugares.
Atenda uma solicitação de venda por telefone e nunca mais terá sossego em sua vida e jamais falará com a pessoa que te vendeu o produto, pois a ligação que você faz não pode ser transferida para o departamento de vendas. Um faz o ativo, liga para os clientes e os demais são receptivos, recebem chamados. Um emaranhado de ações truncadas que não trará nenhuma solução. Também, não permitirá que mesmo com um serviço ruim possa cancelá-lo pois, quando você aceita qualquer produto, fica “fi de li za do” – adoro esta palavra - com a empresa por pelo menos doze meses. Ou seja, não recebe adequadamente o serviço prometido ou contratado e como consumidor fica comprometido com a empresa. Ela com você, não!
Ton Moreno - Jornalista


Um comentário:
Ë exatamente isso que acontece!ai que ódio!
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